A conservação na venda do imóvel.

19/04/2019

Prezados, sei que esse é um tema muito comentado na hora da pessoa começar a ter o desejo de adquirir um imóvel. Pessoas visitam virtualmente vários imóveis e prestam atenção nas fotos internas nos portais imobiliários para checarem esse importante fator. Nessa hora aparece um detalhe importante, é a questão da conservação nas áreas comuns do condomínio. Observo que não são poucos os condomínios que desprezam esse importantíssimo fator. Seja pela questão financeira, ou mesmo por negligência, muitos condôminos dão muita importância às áreas internas do imóvel, deixando de lado as áreas externas (áreas comuns). Na verdade deveriam investir na conservação de ambas as áreas, isso valoriza e trás liquidez na negociação.

Se analisarmos com maior percepção mercadológica, chegaremos à conclusão que é até mais importante o grau de conservação nas áreas comuns dos empreendimentos, do que do próprio apartamento ou casa, por exemplo. . A análise é simples: benfeitorias nas áreas externas vão depender dos demais condôminos e, caso alguns não queiram, não paguem as taxas condominiais, ou no momento não tenham condições financeiras para custearem tais benfeitorias, então acarretará numa perda pecuniária na hora da negociação. Não são poucos os casos em que proprietários e corretores de imóveis não conseguem vender pelo fato da má conservação das áreas comuns, mesmo baixando o preço de venda.

O estado de conservação do imóvel é muito importante na hora da negociação.